segunda-feira, 21 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O Espetáculo do Ringue: O Esporte e a Potencializaçãode Eficientes Corporais
O desejo por corpos malhados, sarados, definidos, com músculos aparentes e bem distribuídos é o que caracteriza o corpo contemporâneo. O conceito de corpo perfeito, que cada um idealiza ao seu modo e preferência pessoal.
O corpo se estabelece como produção simbólica, espécie de aparato cultural em que as marcações identitárias deixam vestígios nos seus modos de expressão, portanto um corpo-signo, neste sentido é a cultura midiática que ressignifica, de tempos em tempos os valores.
Quem assiste uma luta profissional de MMA (sigla de Mixed Martial Arts) ou Luta Livre, impressiona-se coma força dos golpes, com a agilidade dos atletas dentro dos ringues, exibindo os seus corpos bem trabalhados, fortes e com performances espetaculares.
O desejo por corpos malhados, sarados, definidos, com músculos aparentes e bem distribuídos é o que caracteriza o corpo contemporâneo. O conceito de corpo perfeito, que cada um idealiza ao seu modo e preferência pessoal.
O corpo se estabelece como produção simbólica, espécie de aparato cultural em que as marcações identitárias deixam vestígios nos seus modos de expressão, portanto um corpo-signo, neste sentido é a cultura midiática que ressignifica, de tempos em tempos os valores.
Quem assiste uma luta profissional de MMA (sigla de Mixed Martial Arts) ou Luta Livre, impressiona-se coma força dos golpes, com a agilidade dos atletas dentro dos ringues, exibindo os seus corpos bem trabalhados, fortes e com performances espetaculares.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Velhice, palavra quase proibida; Terceira Idade, expressão quase hegemônica.
Hoje a população brasileira é composta por cerca de 10% de pessoas acima de 60 anos.
A "Terceira Idade" seria uma forma de descrever a velhice desejada do século XX. Tal termo está relacionado ao aumento da expectativa de vida, jovialidade, esperança, saúde, alegria, vida sexual afetiva.
O envelhecimento é caracterizado por um processo progressivo, que todo ser humano vai passar. Cada pessoa segue um ritmo diferente de alguns fatores como o estilo de vida que tem e com a herança genética que possui. As pessoas com mais de 60 anos, em geral não gostam de ser chamadas de "velhas" e nem ao menos "idosa", é para esta população, algo extermamente negativo e pejorativo. Vários são os preconceitos, mitos e idéias errôneas sobre o envelhecer que somados às mudanças, perdas e incertezas que acompanham esta etapa da vida, transformam-se em vrdadeiros "fantasmas do envelhecer". Isso dificulta a relação das pessoas com essa nova imagem, levando-as a rejeitar o envelhecimento como um processo dinâmico, gradual, natural e inevitável.
A autora Annamaria Palácios, indica a emergência de uma nova visão dessa faixa etária, sugerida pelo termo "terceira Idade", O termo remete a uma compreensão de sequência, devido a utilização do numeral ordinal "terceira", que enfatiza a existência de duas supostas fases anteriores: a "primeira" e a "segunda" idades. Essa idéia de continuidade justifica a ampla utilização do termo "terceira idade" na esfera midiática, em detrimento de vocábulos como velhice, envelhecimento e senilidade.
Além da expressão "terceira idade" outro termo utilizado é a "melhor Idade", esse termo funciona como alicerce de uma lógica de consumo, que atualmente, norteia o discurso dos meios de comunicação com o objetivo de vender a esse público serviços e produtos. Justificase a larga utilização do termo em reportagens e publicidades, principalemte de cosméticos.
A tecnologia de ponta, os novos processos socias, deixam essa população afastada da conjuntura atual, em que a tecnologia comanda o mundo do real-virtual.
Hoje a população brasileira é composta por cerca de 10% de pessoas acima de 60 anos.
A "Terceira Idade" seria uma forma de descrever a velhice desejada do século XX. Tal termo está relacionado ao aumento da expectativa de vida, jovialidade, esperança, saúde, alegria, vida sexual afetiva.
O envelhecimento é caracterizado por um processo progressivo, que todo ser humano vai passar. Cada pessoa segue um ritmo diferente de alguns fatores como o estilo de vida que tem e com a herança genética que possui. As pessoas com mais de 60 anos, em geral não gostam de ser chamadas de "velhas" e nem ao menos "idosa", é para esta população, algo extermamente negativo e pejorativo. Vários são os preconceitos, mitos e idéias errôneas sobre o envelhecer que somados às mudanças, perdas e incertezas que acompanham esta etapa da vida, transformam-se em vrdadeiros "fantasmas do envelhecer". Isso dificulta a relação das pessoas com essa nova imagem, levando-as a rejeitar o envelhecimento como um processo dinâmico, gradual, natural e inevitável.
A autora Annamaria Palácios, indica a emergência de uma nova visão dessa faixa etária, sugerida pelo termo "terceira Idade", O termo remete a uma compreensão de sequência, devido a utilização do numeral ordinal "terceira", que enfatiza a existência de duas supostas fases anteriores: a "primeira" e a "segunda" idades. Essa idéia de continuidade justifica a ampla utilização do termo "terceira idade" na esfera midiática, em detrimento de vocábulos como velhice, envelhecimento e senilidade.
Além da expressão "terceira idade" outro termo utilizado é a "melhor Idade", esse termo funciona como alicerce de uma lógica de consumo, que atualmente, norteia o discurso dos meios de comunicação com o objetivo de vender a esse público serviços e produtos. Justificase a larga utilização do termo em reportagens e publicidades, principalemte de cosméticos.
A tecnologia de ponta, os novos processos socias, deixam essa população afastada da conjuntura atual, em que a tecnologia comanda o mundo do real-virtual.
O SUJEITO NA CONTEMPORANEIDADE
Módulo 03 - O Sujeito na Contemporaneidade - O Homem Máquina
Professor: Edvaldo Couto
Comentários sobre os textos do livro: Corpos Mutantes - Ensaios sobre Novas (D)eficiências corporais. Autores: Edvaldo Souza Couto e Silvana Vilodre Goellner.
Corpo Cyborg e o Dispositivo das Novas Tecnologias
Homero Luis Alves de Lima
Atualmente, graças aos avanços tecnológicos, a robótica, a biônica, a nanotecnologia, são capazes de produzir órgãos, realizar diagnósticos precisos, combater doenças, cirurgias sem cortes etc.
O cyborg alcança uma nova dimensão na década de 80 com a ficção científica (O Homem de seis milhoes de Dólares, a Mulher Biónica e Super Izis). Essas figuram nos ispiraram e aguçaram a nossa imaginação. Quem naquela época em algum momento de sua vida não desejou ser um deles? Toda essa tecnologia na época nos fascinava, como nos fascina até hoje. Os cyborgs não são só máquinas artificiais, qualquer pessoa que tenha sido reprogramada para resistir à doenças, ou faz uso de drogas para sentir-se melhor e implanta algum órgão é um Cyborg.
O que eu acho mais interessante é que mesmo antes de saber do que se tratava um cyborg, lembro-me na minha infância das histórias com piratas que utilizavam pernas de pau, o famoso Capitão Gancho que teve a sua mão arrancada por um jacaré e teve que implantar um gancho para substituir seu membro perdido, o Robocop que teve boa parte do seu corpo substituído por peças mecânicas, após ter sofrido um violento acidente e do Homem de Ferro. Desde criança que essas transformações me encantavam.
Os cyborgs estão muito presentes em nossas vidas, quando o homem aumenta o limite de seu corpo, introduzindo algum tipo de tecnologia em sua biologia, seja por estética, por necessidade física ou mesmo ficção científica. Não sabemos mais quem é máquina e quem é homem.
Professor: Edvaldo Couto
Comentários sobre os textos do livro: Corpos Mutantes - Ensaios sobre Novas (D)eficiências corporais. Autores: Edvaldo Souza Couto e Silvana Vilodre Goellner.
Corpo Cyborg e o Dispositivo das Novas Tecnologias
Homero Luis Alves de Lima
Atualmente, graças aos avanços tecnológicos, a robótica, a biônica, a nanotecnologia, são capazes de produzir órgãos, realizar diagnósticos precisos, combater doenças, cirurgias sem cortes etc.
O cyborg alcança uma nova dimensão na década de 80 com a ficção científica (O Homem de seis milhoes de Dólares, a Mulher Biónica e Super Izis). Essas figuram nos ispiraram e aguçaram a nossa imaginação. Quem naquela época em algum momento de sua vida não desejou ser um deles? Toda essa tecnologia na época nos fascinava, como nos fascina até hoje. Os cyborgs não são só máquinas artificiais, qualquer pessoa que tenha sido reprogramada para resistir à doenças, ou faz uso de drogas para sentir-se melhor e implanta algum órgão é um Cyborg.
O que eu acho mais interessante é que mesmo antes de saber do que se tratava um cyborg, lembro-me na minha infância das histórias com piratas que utilizavam pernas de pau, o famoso Capitão Gancho que teve a sua mão arrancada por um jacaré e teve que implantar um gancho para substituir seu membro perdido, o Robocop que teve boa parte do seu corpo substituído por peças mecânicas, após ter sofrido um violento acidente e do Homem de Ferro. Desde criança que essas transformações me encantavam.
Os cyborgs estão muito presentes em nossas vidas, quando o homem aumenta o limite de seu corpo, introduzindo algum tipo de tecnologia em sua biologia, seja por estética, por necessidade física ou mesmo ficção científica. Não sabemos mais quem é máquina e quem é homem.
Uma Estética para Corpos Mutantes - O Corpo-Espetáculo e a Juventude(quase)Eterna.
Com os avanços da tecnologia, mulheres, homens e adolescentes com a influência da mídia (ou não) estão cada vez mais vaidosos, em busca da beleza e da juventude.
A vaidade transcende todos os limites em busca de corpos perfeitos. Nessa sede pela beleza as cirurgias pláticas vem sendo cada vez mais frequentes, visando a estética, onde muitas vezes as pessoas ignoram a dor e escravizam o corpo submetendo-se a inúmeras cirurgias para alcançar o sucesso almejado.
O aumento da expectativa de vida vem acompanhado da busca de uma melhor qualidade de vida garantindo saúde e uma maior longevidade que é o sonho de todos nós. Isso inclui o estar bem com a sua aparência.
Com os avanços da tecnologia, mulheres, homens e adolescentes com a influência da mídia (ou não) estão cada vez mais vaidosos, em busca da beleza e da juventude.
A vaidade transcende todos os limites em busca de corpos perfeitos. Nessa sede pela beleza as cirurgias pláticas vem sendo cada vez mais frequentes, visando a estética, onde muitas vezes as pessoas ignoram a dor e escravizam o corpo submetendo-se a inúmeras cirurgias para alcançar o sucesso almejado.
O aumento da expectativa de vida vem acompanhado da busca de uma melhor qualidade de vida garantindo saúde e uma maior longevidade que é o sonho de todos nós. Isso inclui o estar bem com a sua aparência.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
RESENHA DO LIVRO O QUE É VIRTUAL DE PIERRE LÉVY
O Filósofo francês Pierre Lévy, é um dos estudiosos das Tecnologias de Comunicação. Em seu livro "O que é virtual" [ed. 34, 1996], Lévy aborda as consequências que a virtualização gera na sociedade contemporânea.
Através de uma abordagem contextualizada o autor afirma que o virtual não é o contrário do real, mas sim tudo que tem potencialidade para se concretizar. Portanto o virtual seria uma potência, um "devir outro do ser humano".
Lévy aborda os aspectos econômicos, como a virtualização do mercado e da economia e os fenômenos políticos-sociais.
Para Pierre Lévy o fenômeno da virtualização afeta os corpos, a economia, a sensibilidade e a inteligência das pessoas, pois devido as tecnologias o comportamento das civilizações vem se modificando.
No campo da economia, o turismo passou a ser um dos ramos mais rentáveis. Segundo Lévy a era do virtual fez com que a sociedade voltasse a ser nômade, tendo uma movimentação constante em torno do globo, o que ele chama de "instabilidade social".
Com relação ao corpo, o capítulo aborda sobre os nossos sentidos e percepções que são afetados pelas novas tecnologias. Portanto o nosso estado de saúde é modificado pela medicina moderna.
No aspecto cognitivo, Lévy acredita ser o maior impacto, pois proporciona grandes alterações na inteligência das pessoas, ao possibilitar uma maior troca de experiências e uma maior interação entre indivíduos de diferentes partes do mundo.
Para o autor, os seres humanos jamais pensam sozinhos ou sem o auxílio de ferramentas. A inteligência coletiva é distribuída por toda parte e sinergizada em tempo real.
Lévy sintetiza e finaliza sua obra, convidando o leitor com a saudação "benvidos aos caminhos do virtual, a nova morada do gênero humano", pois vivemos na era do digital, do virtual, todos e quaisquer profissionais têm que está plugados nas mudanças e nas novas tecnologias. Assim a leitura do livro é necessária para compreendermos tais mudanças e navegarmos neste espaço virtual que é um novo caminho ao alcance de todos, onde é permitido transformar diferentes possibilidades em ação de maneira muito rápida, pois só assim seremos mais participativos e atuantes em nossa sociedade.
Cristiane Menezes Conceição Barreto, Pedagoga, pós graduada em Psicopedagogia (Fundação Visconde de Cairu), professora da Rede Municipal de Ensino e acadêmica da especialização em "Tecnologia e Novas Educações" - (FACED/UFBA).
Através de uma abordagem contextualizada o autor afirma que o virtual não é o contrário do real, mas sim tudo que tem potencialidade para se concretizar. Portanto o virtual seria uma potência, um "devir outro do ser humano".
Lévy aborda os aspectos econômicos, como a virtualização do mercado e da economia e os fenômenos políticos-sociais.
Para Pierre Lévy o fenômeno da virtualização afeta os corpos, a economia, a sensibilidade e a inteligência das pessoas, pois devido as tecnologias o comportamento das civilizações vem se modificando.
No campo da economia, o turismo passou a ser um dos ramos mais rentáveis. Segundo Lévy a era do virtual fez com que a sociedade voltasse a ser nômade, tendo uma movimentação constante em torno do globo, o que ele chama de "instabilidade social".
Com relação ao corpo, o capítulo aborda sobre os nossos sentidos e percepções que são afetados pelas novas tecnologias. Portanto o nosso estado de saúde é modificado pela medicina moderna.
No aspecto cognitivo, Lévy acredita ser o maior impacto, pois proporciona grandes alterações na inteligência das pessoas, ao possibilitar uma maior troca de experiências e uma maior interação entre indivíduos de diferentes partes do mundo.
Para o autor, os seres humanos jamais pensam sozinhos ou sem o auxílio de ferramentas. A inteligência coletiva é distribuída por toda parte e sinergizada em tempo real.
Lévy sintetiza e finaliza sua obra, convidando o leitor com a saudação "benvidos aos caminhos do virtual, a nova morada do gênero humano", pois vivemos na era do digital, do virtual, todos e quaisquer profissionais têm que está plugados nas mudanças e nas novas tecnologias. Assim a leitura do livro é necessária para compreendermos tais mudanças e navegarmos neste espaço virtual que é um novo caminho ao alcance de todos, onde é permitido transformar diferentes possibilidades em ação de maneira muito rápida, pois só assim seremos mais participativos e atuantes em nossa sociedade.
Cristiane Menezes Conceição Barreto, Pedagoga, pós graduada em Psicopedagogia (Fundação Visconde de Cairu), professora da Rede Municipal de Ensino e acadêmica da especialização em "Tecnologia e Novas Educações" - (FACED/UFBA).
sábado, 25 de setembro de 2010
CIBERCULTURA
A cibercultura impulsiona as relações tecnológicas onde a comunicação fica mais flexível cooperando e compartilhando na estruturação de uma informação tornando viável através de uma construção multidirecional onde todos podem participar enviando e recebendo informações.
A cibercultura é o que se vive hoje é a cultura contemporânea.
A cibercultura é o que se vive hoje é a cultura contemporânea.
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